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Corsan fez novas coletas de amostras da água que abastece Santa Maria

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A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) fez, na manhã desta segunda-feira, mais uma rodada de coletas de amostras da água que abastece Santa Maria, seguindo o cronograma estabelecido após uma recomendação do Ministério da Saúde para monitoramento da rede de abastecimento em Santa Maria, por conta do surto de toxoplasmose na cidade. Segundo o superintendente regional da Corsan, José Epstein, desta vez foram feitas três coletas, todas realizadas na Estação de Tratamento de Água (ETA), no ponto de chegada das águas nas adutoras das barragens.

O monitoramento da rede de abastecimento começou em 1º de outubro, e essa foi a terceira vez que as coletas foram feitas. O material coletado será enviado para o Laboratório de Parasitologia, Zoonoses e Saúde Pública da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que fará os exames laboratoriais para analisar a presença do protozoário toxoplasma gondii. Ao todo, oito amostras foram enviadas para Londrina. Conforme Epstein, os laudos com os resultados da primeira amostragem ainda não foram divulgados.

Por recomendação do Ministério da Saúde, a cada 15 dias, durante um ano, a Corsan terá que fazer esse procedimento na barragem do DNOS e na ETA. O mesmo procedimento deverá ser feito a cada 30 dias, também durante um ano, na barragem Saturnino de Brito, em São Martinho da Serra. A recomendação foi feita em agosto, após os técnicos do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) terem feito uma vistoria no sistema hídrico como estratégia de prevenção de novos casos de toxoplasmose.

SURTO ENCERRADO? 

No último dia 19, quando o surto de toxoplasmose completou seis meses do anúncio oficial, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que o surto na cidade está estabilizado. Na última quinta-feira, no entanto, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) se manifestou dizendo que Santa Maria não está mais sob a vigência do surto, mas que, com “a classificação de surto encerrado, não significa que não teremos novos casos registrados”.

A Vigilância Municipal em Saúde, no entanto, prefere utilizar outra terminologia:

– Enquanto a gente não tem uma certeza laboratorial do que está acontecendo, se estamos vivenciando uma situação endêmica, prefiro usar o termo estabilizado. Mas, mantemos o mesmo padrão de investigação e seguimos aplicando os questionários de casos pendentes e qualificando os dados até chegarmos a um resultado – afirma Alexandre Streb, superintendente de Vigilância em Saúde.

Fonte: Diário de Santa Maria
Foto: Renan Mattos

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